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	<title>Comunidade Portuguesa de Rich Internet Applications &#187; RIAPT</title>
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		<title>Gerir projectos no Eclipse, Flash Builder, Zend, Aptana, etc</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 15:08:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Saleiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A versão 1.5 do Airgile &#8211; uma plataforma online de gestão de equipas e projectos -, lançada esta semana, suporta agora a interligação com IDEs baseados em Eclipse, como o Flash Builder, Zend ou Aptana, entre outros. Este conector permite que gestores de projecto e equipas de desenvolvimento possam colaborar de uma forma mais eficaz. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A versão 1.5 do <a href="http://airgile.com" target="_blank">Airgile</a> &#8211; uma plataforma online de gestão de equipas e projectos -, lançada esta semana, suporta agora a interligação com IDEs baseados em <a href="http://www.eclipse.org"  target="_blank">Eclipse</a>, como o <a href="http://www.adobe.com/products/flash-builder.html"  target="_blank">Flash Builder</a>, <a href="http://www.zend.com/products/studio/"  target="_blank">Zend</a> ou <a href="http://www.aptana.com/"  target="_blank">Aptana</a>, entre outros. Este <a href="http://www.airgile.com/welcome/pt/conector-eclipse"  target="_blank">conector</a> permite que gestores de projecto e equipas de desenvolvimento possam colaborar de uma forma mais eficaz.</p>
<p>O gestor de projecto irá usufruir do conforto do <a href="http://airgile.com" target="_blank">Airgile</a> para gerir e acompanhar a evolução dos projectos, delegando tarefas aos consultores e programadores. Estes receberão as tarefas directamente no Eclipse, a sua ferramenta de trabalho de eleição. À medida que completam as tarefas, os consultores podem fechá-las directamente no Eclipse, que irá sincronizar com o Airgile (automaticamente), actualizando os indicadores e notificando o gestor de projecto.</p>
<p>Este é o workflow de gestão que usamos na <a href="http://www.webfuel.pt" target="_blank">Webfuel</a>, ligando o Eclipse antigamente ao Trac e actualmente com o Airgile &#8211; que é mais rápido e confortável. É relativamente fácil configurar a ligação, estando as instruções disponíveis <a href="http://www.airgile.com/welcome/pt/conector-eclipse">aqui</a>.<br/><br/>No vídeo abaixo, a partir dos 5:45 é possível ver o conector em acção.<br />
<br/><br />
<center><br />
<iframe class="aligncenter" width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/5meCMry5ank" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
</center><br />
<br/><br/><br />
Esta versão do Airgile, entre dezenas de novidades, possui agora um novo interface gráfico, ainda mais leve e intuitivo.<br />
Desde a versão 1 foram adicionadas muitas novas funcionalidades ao Airgile, como a filtragem avançada, registo de actividade, ferramentas de planificação, criação/edição rápida de tarefas, e faseamento de projectos, entre outras. As próximas versões contarão com planeamento de Sprints e um Burndown-chart para projectos baseados em SCRUM.<br />
<br/><br />
<img class="aligncenter" width="600" src="http://www.airgile.com/welcome/images/tour/gui_pt.png" alt="Tarefas partilhadas entre o Airgile e o Eclipse" /><br />
<br/><br />
<br/></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Airgile &#8211; Gestão de projectos em Português</title>
		<link>http://www.riapt.org/2011/04/11/airgile-uma-ria-de-gestao-de-projectos-em-tempo-real/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 13:05:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Saleiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Best Practices]]></category>
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		<description><![CDATA[O Airgile é uma Rich Internet Application de gestão de equipas, projectos e tarefas implementada pela Webfuel caracterizada pelo seu interface absolutamente delicioso e pela sua simplicidade e velocidade de resposta, sendo possívelmente a mais rápida aplicação do género no mercado. O Airgile sincroniza automaticamente as alterações às tarefas entre todos os elementos da equipa automaticamente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://airgile.com" target="_blank">Airgile</a> é uma Rich Internet Application de gestão de equipas, projectos e tarefas implementada pela <a href="http://www.webfuel.pt" target="_blank">Webfuel</a> caracterizada pelo seu interface absolutamente delicioso e pela sua <strong>simplicidade </strong>e velocidade de resposta, sendo possívelmente a mais rápida aplicação do género no mercado.</p>
<p>O Airgile <strong>sincroniza </strong>automaticamente as alterações às tarefas entre todos os elementos da equipa automaticamente, o que permite que as equipas trabalhem a todo o gás e que os gestores de projecto acompanhem as evoluções ao projecto em tempo real através de um <strong>dashboard </strong>intuitivo. Pesquisas e filtragens a milhares de tarefas demoram menos de meio segundo, tal como adicionar ou editar tarefas &#8211; através do Quick-Add e Quick-edit.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2011/04/1-dashboard1.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-large wp-image-869" title="1-dashboard" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2011/04/1-dashboard1-1024x575.jpg" alt="" width="600" height="337" /></a></p>
<p>Feito a pensar em equipas espalhadas em redor do mundo, suporta <strong>multi-linguagem</strong> (por agora em Português e Inglês) e lida automaticamente com o fuso horário. Isto é,  uma tarefa introduzida a uma determinada hora em Portugal, aparece com a hora correcta para os elementos da equipa localizados no Brasil sem qualquer configuração necessária.</p>
<p>Além da informação detalhada que é possível colocar numa tarefa &#8211; como o tipo, estado, importância, data de início, fim, orçamento, entre outras -, é ainda possível anexar<strong> múltiplos ficheiros</strong> de uma só vez sem que tenha que esperar que o envio termine para continuar a trabalhar. Isto é, a aplicação não bloqueia em tarefas assíncronas, tudo com o objectivo de aumentar a produtividade! O sistema de <em>preview inline </em>permite visualizar imagens e ficheiros de texto dentro da aplicação, sem ter que os descarregar para o seu computador.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2011/04/4-detail.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-large wp-image-857" title="4-detail" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2011/04/4-detail-1024x575.jpg" alt="" width="600" height="337" /></a></p>
<p>O sistema de <strong>comentários</strong> associado a cada tarefa reforça a comunicação entre os elementos da equipa &#8211; ou mesmo com o cliente -, incentivando a troca de ideias ou pedidos de esclarecimento.</p>
<p>O Airgile encarrega-se de enviar automaticamente <strong>emails </strong>a todos os utilizadores ligados a um projecto sempre que há alterações  (nova tarefa, tarefa editada, novo comentário, etc), podendo o gestor de conta activar a opção de <strong>subscrição </strong>por tarefa, permitindo que cada pessoa opte individualmente por receber mails só nas alterações das tarefas que escolher.</p>
<p>O sistema de permissões permite ligar utilizadores a projectos, sendo definido projecto a projecto se determinado utilizador pode somente consultar, inserir tarefas, e deixar comentários; se pode aceder às tarefas <strong>confidenciais;</strong> ou ainda se terá permissões de gestor de projectos que lhe permitem manipular todas as tarefas.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="2-list" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2011/04/2-list-1024x575.jpg" alt="" width="600" /></p>
<p>Como cada projecto e negócio é diferente, o Airgile permite-lhe <strong>configurar </strong>projecto a projecto os tipos, estados e níveis de importância das tarefas. Isto é, é fácil adaptar os projectos a áreas completamente distintas, como a consultoria em IT, ou a advocacia.</p>
<p>Os pormenores de usabilidade do Airgile são deliciosos, com vista não só a aumentar largamente a produtividade da equipa e assegurar o cumprimento de prazos, como também a permitir a utilização por diferentes pessoas com níveis de conhecimentos informáticos completamente díspares: a sua simplicidade tornam o Airgile na ferramenta de gestão de projectos ideal tanto para utilizadores experientes, como para utilizadores inexperientes.<a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2011/04/2-list.jpg"></a></p>
<p>Estando alojado numa Cloud, a plataforma está acessível a partir de qualquer computador em qualquer local do mundo com ligação à Internet, sendo compatível com todos os sistemas operativos e web-browsers usando o Flash Player 10.2. Não existem incompatibilidades entre web-browsers e sistemas operativos, sendo o desempenho e robustez da aplicação sempre ao mais alto nível.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2011/04/3-new.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-large wp-image-856" title="3-new" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2011/04/3-new-1024x575.jpg" alt="" width="600" /></a></p>
<p>O Airgile está disponível no modelo Software-as-a-service, isto é, mediante o pagamento de uma mensalidade muito baixa (a começar nos 6€/mês!), mas possui também uma conta gratuíta limitada a um projecto. Ao longo do tempo, o Airgile continuará a crescer com novas funcionalidades sempre com vista a aumentar a produtividade dos utilizadores.</p>
<p>O site do Airgile está disponível em <a href="http://airgile.com" target="_blank">http://airgile.com</a> e possui não só vários vídeos de demonstração, como lhe permite testar uma conta de demonstração com dados fictícios antes de poder criar a sua conta.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2011/04/5-comments.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-large wp-image-858" title="5-comments" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2011/04/5-comments-1024x575.jpg" alt="" width="600" /></a></p>
<p>A aplicação foi desenvolvida pela <a href="http://www.webfuel.pt" target="_blank">Webfuel</a>, sendo completamente nacional. Assenta na Cloud, e corre em qualquer browser, tendo sido implementada em Flex usando o Adobe Flash Builder 4.5.  Planeamos lançar uma versão instalável com suporte a OCC (trabalhar offline) e uma versão para Android e iOS através de Air 2.6.</p>
<p>Experimentem o <a href="http://www.airgile.com" target="_blank">Airgile</a>, forneçam-nos feedback usando o <a href="http://airgile.com/welcome/pt/forum" target="_blank">fórum</a> e ajudem-nos a divulgar este produto de origem nacional! <img src='http://www.riapt.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<div><span style="color: #0000ee;"><br />
</span></div>
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		<title>RIAs made in Portugal &#8211; novo site da Webfuel</title>
		<link>http://www.riapt.org/2010/12/02/rias-made-in-portugal-novo-site-da-webfuel/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Dec 2010 15:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Saleiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lançamos esta semana o novo site da Webfuel, em www.webfuel.pt. O site ainda está em Inglês, mas está nos nossos planos lançar uma versão em Português, com mais conteúdo e também optimizada para Mobile. O video abaixo exemplifica alguns dos nossos trabalhos: Aproveito para agradecer a todos os que nos têm apoiado ao longo destes anos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lançamos esta semana o novo site da Webfuel, em <a href="http://www.webfuel.pt" target="_blank">www.webfuel.pt</a>. O site ainda está em Inglês, mas está nos nossos planos lançar uma versão em Português, com mais conteúdo e também optimizada para Mobile.</p>
<p>O video abaixo exemplifica alguns dos nossos trabalhos:</p>
<p style="text-align: center;"><object id="flash_fallback_1" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="670" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="align" value="middle" /><param name="quality" value="high" /><param name="bgcolor" value="#000000" /><param name="play" value="true" /><param name="loop" value="true" /><param name="wmode" value="window" /><param name="scale" value="showall" /><param name="menu" value="true" /><param name="devicefont" value="false" /><param name="allowScriptAccess" value="sameDomain" /><param name="src" value="http://www.webfuel.pt/video/vp.swf" /><embed id="flash_fallback_1" type="application/x-shockwave-flash" width="670" height="300" src="http://www.webfuel.pt/video/vp.swf" allowscriptaccess="sameDomain" devicefont="false" menu="true" scale="showall" wmode="window" loop="true" play="true" bgcolor="#000000" quality="high" align="middle"></embed></object></p>
<p>Aproveito para agradecer a todos os que nos têm apoiado ao longo destes anos. Esperamos continuar a inovar, a elevar a fasquia no desenvolvimento de RIAs no nosso país, e a partilhar conhecimento com a comunidade.  Obrigado a todos e espero que gostem do site.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Keynotes Evento RIAPT</title>
		<link>http://www.riapt.org/2010/01/21/keynotes-evento-riapt/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 03:03:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaogoncalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Espero que todos tenham apreciado nosso evento de dia 16 de Janeiro, quero aqui deixar mais uma vez e publicamente o nosso Muito obrigado à: Novabase, FLAG, Microsoft e Adobe, pelo magnifico evento que nos proporcionaram. Além dos patrocinadores, quero deixar também o meu agradecimento a todos os oradores, que se esmeraram na qualidade das apresentações, para aqueles que não estiveram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Espero que todos tenham apreciado nosso evento de dia 16 de Janeiro, quero aqui deixar mais uma vez e publicamente o nosso Muito obrigado à: <strong><a href="http://www.novabase.pt" target="_blank">Novabase</a></strong>, <strong><a href="http://www.flag.pt" target="_self">FLAG</a></strong>, <strong><a href="http://www.microsoft.pt" target="_blank">Microsoft </a></strong>e <strong><a href="http://www.adobe.com" target="_blank">Adobe</a></strong>, pelo magnifico evento que nos proporcionaram.</p>
<p>Além dos patrocinadores, quero deixar também o meu agradecimento a todos os oradores, que se esmeraram na qualidade das apresentações, para aqueles que não estiveram presentes no evento deixo aqui as apresentações , excepto a do João Saleiro que já fez o favor de nos disponibilizar a sua.</p>
<p>Estamos também a contar ter esta semana os vídeos da apresentação assim que tiverem na nossa posse disponibilizaremos aqui no blog.</p>
<p><strong>Apresentação do Luis Martins:</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2010/01/Luis-Martins.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-593" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2010/01/luis.png" alt="luis" width="441" height="273" /></a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Apresentação Enrique Duvos:</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2010/01/RIA-Event-Lisbon-Jan-2010_2.pdf"><img class="alignnone size-full wp-image-592" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2010/01/enrique.png" alt="enrique" width="472" height="352" /></a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Apresentação Nuno Godinho:<br />
<a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2010/01/Nuno-Godinho.pdf"><img class="alignnone size-full wp-image-594" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2010/01/nuno.png" alt="nuno" width="440" height="332" /></a></strong></p>
<p><strong>Apresentação Ricardo Castelhano e Ricardo Fiel:</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2010/01/silverlightemcenariosinternet-100120075434-phpapp021.pdf"><img class="alignnone size-full wp-image-595" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2010/01/ric.png" alt="ric" width="443" height="331" /></a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Mais uma vez obrigado pela participação de todos, e quero desde já deixar aqui uma noticia em primeira mão, se gostaram deste evento preparem-se porque vêem ai novidades, como por exemplo a presença do <strong><a href="http://www.joshuadavis.com/" target="_blank">Joshua Davis</a></strong>, num próximo evento nosso, além de muitas outras que estão na manga, acreditem este ano irá ser o ano da nossa <strong>RIAPT</strong>.</p>
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		<title>Slides da apresentação &#8220;Enterprise RIAs 2&#8243; no 3º Aniversário do RiaPT</title>
		<link>http://www.riapt.org/2010/01/18/slides-da-apresentacao-enterprise-rias-2-no-3%c2%ba-aniversario-do-riapt/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 15:20:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Saleiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Best Practices]]></category>
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		<description><![CDATA[Tal como prometido, aqui estão os slides da apresentação &#8220;Enterprise RIAs 2- Meet our dirty secrets&#8221;. A apresentação anterior, &#8220;Enterprise RIAs &#8211; This is how we do it&#8221; pode ser encontrada aqui. As minhas desculpas se estava mais murcho e cansado do que o costume, mas estava meio adoentado. Queria dar os parabéns à organização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tal como prometido, aqui estão os slides da apresentação &#8220;Enterprise RIAs 2- Meet our dirty secrets&#8221;. A apresentação anterior, &#8220;Enterprise RIAs &#8211; This is how we do it&#8221; pode ser encontrada <a href="http://www.riapt.org/2009/06/27/slides-da-apresentacao-enterprise-rias-no-flashcamp/" target="_blank">aqui</a>. As minhas desculpas se estava mais murcho e cansado do que o costume, mas estava meio adoentado.</p>
<p>Queria dar os parabéns à organização (exemplares!!), aos patrocinadores e principalmente aos oradores que estiveram fantásticos, com apresentações de elevada qualidade.</p>
<p style="text-align: left;">Não se esqueçam de deixar o vosso comentário à apresentação, e se houverem questões, não tenham problemas em contactar-me. Espero que tenham gostado e que a apresentação vos tenha sido útil.</p>
<p style="text-align: left;">[Update] Duas pessoas pediram-me a versão digital do documento da Webfuel, mas como não fiquei com o contacto delas, aqui vai o <a href="http://www.webfuel.pt/WebfuelOverview.pdf" target="_blank">link</a> [/Update]</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><object style="width: 600px; height: 500px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="500" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2010/01/Enterprise-RIAs-2-Meet-our-dirty-tricks.swf" /><embed style="width: 600px; height: 500px;" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="500" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2010/01/Enterprise-RIAs-2-Meet-our-dirty-tricks.swf"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Portugal FlashCamp 2009, dia 25 de Junho no ISCTE, Lisboa</title>
		<link>http://www.riapt.org/2009/06/22/portugal-flashcamp-2009-dia-25-de-junho-no-iscte-lisboa/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 23:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Saleiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No próximo dia 25 de Junho, Quinta-feira, vai ocorrer no ISCTE das 14h30 às 19h30 o Portugal Flash Camp 2009. A agenda é a seguinte: Andrew Shorten (Adobe Systems) &#8211; Flash Catalyst and Flash Builder 4 João Fernandes (Cofina SGPS) &#8211; Data Centric Development João Saleiro (Webfuel) &#8211; Enterprise RIAs: This is how we do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://images.eventbrite.com/logos/334584752.jpg?rand=48921" title="Logotipo do FlashCamp 2009" class="alignnone" width="450" height="68" /></p>
<p>No próximo dia 25 de Junho, Quinta-feira, vai ocorrer no ISCTE das 14h30 às 19h30 o Portugal Flash Camp 2009. A agenda é a seguinte:</p>
<p>Andrew Shorten (Adobe Systems) &#8211; Flash Catalyst and Flash Builder 4<br />
João Fernandes (Cofina SGPS) &#8211; Data Centric Development<br />
João Saleiro (Webfuel) &#8211; Enterprise RIAs: This is how we do it<br />
Paulo Moreira (Ayumikata) &#8211; Olha mãe, sem rato nem teclado<br />
Rui Silva (Alert) &#8211; Testes Unitários em Flex<br />
Rui Vieira(FullSix) &#8211; Get out There</p>
<p>A morada do ISCTE é: </p>
<p>Avenida das Forças Armadas<br />
Lisboa, 1649-026<br />
Portugal<br />
(Google Maps <a href="http://maps.google.com/maps?q=Avenida+das+For%C3%A7as+Armadas+Lisboa%2C+1649-026+Portugal">link</a>)</p>
<p>As inscrições são gratuítas e limitadas a 350 pessoas. O endereço para se inscrever é <a href="http://portugalflashcamp2009.eventbrite.com/">http://portugalflashcamp2009.eventbrite.com/</a>.</p>
<p>Mais informações no site oficial do Adobe User Group: <a href="http://aug.riapt.org">http://aug.riapt.org</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>cTIC 2009</title>
		<link>http://www.riapt.org/2009/04/30/ctic-2009/</link>
		<comments>http://www.riapt.org/2009/04/30/ctic-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 11:50:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adobe Air]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Flex]]></category>
		<category><![CDATA[RIAPT]]></category>
		<category><![CDATA[Silverlight]]></category>

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		<description><![CDATA[Terá lugar no próximo dia 13 de Maio de 2009 a cTIC 2009 com a seguinte agenda: 9:00 Sessão de Abertura Participantes convidados: Governador Civil de Viseu Presidente da Cãmara Municipal de Viseu Presidente do Instituto Politécnico de Viseu Presidente da Escola Superior de Tecnologia de Viseu Director do Departamento de Informática da ESTV Representantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Terá lugar no próximo dia 13 de Maio de 2009 a cTIC 2009 com a seguinte agenda:</p>
<p>9:00 Sessão de Abertura<br />
Participantes convidados:<br />
Governador Civil de Viseu<br />
Presidente da Cãmara Municipal de Viseu<br />
Presidente do Instituto Politécnico de Viseu<br />
Presidente da Escola Superior de Tecnologia de Viseu<br />
Director do Departamento de Informática da ESTV<br />
Representantes dos alunos dos cursos do DI</p>
<p>09:30 Sessão 1<br />
Rich Internet Applications – Uma visão Geral<br />
João Saleiro &#8211; RIaPT<br />
Potencialidades das RIA ao serviço da comunidade e das organizações<br />
Pedro Veloso &#8211; Areal Media<br />
Moderador: Rui Abrantes &#8211; Buzz-id</p>
<p>10:30 Coffee Break</p>
<p>10:45 Sessão 2<br />
Microsoft® Silverlight™ &#8211; Light up the Web<br />
Gonçalo Chaves &#8211; Microsoft Portugal<br />
ADIGITALBOOK (Adobe Flex e AIR )<br />
Rui Cruz &#8211; Areal Media<br />
Moderador: Professor Doutor Óscar Mealha</p>
<p>12:45 Almoço</p>
<p>14:00 Sessão 3<br />
Usabilidade em Contextos Multimédia e Web-based<br />
Professor Doutor Óscar Mealha &#8211; Universidade de Aveiro<br />
Projecto EZ Show (Adobe Flex e AIR )<br />
Rui Abrantes &#8211; Buzz-id<br />
Moderador: Nelson Batista</p>
<p>15:45 Coffee Break</p>
<p>16:00 Sessão 4<br />
Interactividade &#8211; Criar novas fronteiras<br />
Nelson Batista<br />
Segurança em Aplicações Web-based e em Rich Internet Applications<br />
Professor Doutor Carlos Serrão &#8211; ISCTE<br />
Moderador: João Saleiro &#8211; RIaPT</p>
<p>17:30 Sessão de Encerramento<br />
Director do Departamento de Informática da ESTV</p>
<p>As inscrições poderão ser feitas a partir <a href="http://ctic2009.estv.ipv.pt">daqui</a>.</p>
<div id="attachment_416" class="wp-caption aligncenter" style="width: 811px"><a href="http://www.riapt.org/2009/04/30/ctic-2009/div-ctic/" rel="attachment wp-att-416"><img src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2009/04/div-ctic.jpg" alt="cTIC2009" title="div-ctic" width="700" height="450" class="size-full wp-image-416" /></a><p class="wp-caption-text">cTIC2009</p></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Evento CS4 &#8211; as fotos</title>
		<link>http://www.riapt.org/2008/10/21/evento-cs4-as-fotos/</link>
		<comments>http://www.riapt.org/2008/10/21/evento-cs4-as-fotos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 19:42:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Flash Platform]]></category>
		<category><![CDATA[RIAPT]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem não pode estar presente no último evento do Adobe User Group, fica aqui as fotos prometidas. Lisboa Porto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem não pode estar presente no último evento do Adobe User Group, fica aqui as fotos prometidas.</p>
<p><strong>Lisboa</strong></p>
<p><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_5188.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-361" title="img_51821" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_51821-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><br />
<img class="alignnone size-medium wp-image-362" title="img_5188" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_5188-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_5191.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-363" title="img_5191" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_5191-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_5188.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_5193.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-364" title="img_5193" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_5193-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_5188.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_5197.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-365" title="img_5197" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_5197-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_0052.jpg"></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-375" title="img_0052" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_0052-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_5198.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-366" title="img_5198" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_5198-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_5197.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_5204.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-367" title="img_5204" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_5204-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><strong>Porto</p>
<p></strong><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_5214.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-368" title="img_5214" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_5214-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_5215.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-369" title="img_5215" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_5215-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_5216.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-370" title="img_5216" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_5216-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/porto1.jpg"></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-371" title="porto1" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/porto1-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></p>
<p></a><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/porto2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-372" title="porto2" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/porto2-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/porto3.jpg"></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-373" title="porto3" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/porto3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/porto4.jpg"></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-374" title="porto4" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/porto4-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_0056.jpg"></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-376" title="img_0056" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_0056-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p></a><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_0058.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-377" title="img_0058" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_0058-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_0057.jpg"></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-378" title="img_0057" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_0057-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/10/img_0056.jpg"></p>
<p></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Artigo sobre Rich Internet Applications na revista Invest</title>
		<link>http://www.riapt.org/2008/08/08/artigo-sobre-rich-internet-applications-na-revista-invest/</link>
		<comments>http://www.riapt.org/2008/08/08/artigo-sobre-rich-internet-applications-na-revista-invest/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 10:57:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Saleiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adobe Air]]></category>
		<category><![CDATA[Exemplos]]></category>
		<category><![CDATA[Flash]]></category>
		<category><![CDATA[Flash Platform]]></category>
		<category><![CDATA[Flash remoting]]></category>
		<category><![CDATA[Flex]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Introduções]]></category>
		<category><![CDATA[RIAPT]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

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		<description><![CDATA[Há cerca de dois meses fui contactado pelo David Sousa da revista Invest para dar uma entrevista sobre Rich Internet Applications. Essa entrevista serviria de base para que construissem um artigo que saiu no número deste mês, e que passei a scanner e coloquei abaixo (clique para ampliar): Só tive acesso ao artigo após ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Há cerca de dois meses fui contactado pelo David Sousa da <a href="http://www.revista-invest.com">revista Invest</a> para dar uma entrevista sobre Rich Internet Applications. Essa entrevista serviria de base para que construissem um artigo que saiu no número deste mês, e que passei a scanner e coloquei abaixo (clique para ampliar):</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/08/invest.jpg"><img class="size-medium wp-image-290 alignnone" title="invest" src="http://www.riapt.org/wp-content/uploads/2008/08/invest-300x230.jpg" alt="" width="300" height="230" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Só tive acesso ao artigo após ter dado entrada na gráfica, pelo que, na minha opinião, há algumas passagens que poderiam ter ficado mais precisas &#8211; nomeadamente, ser referida a Microsoft e não ser referida a Adobe (!!!), dar em alguns pontos a sensação de que as RIAs são gratuítas, e confundir-se algumas características que pertencem geralmente às Web Applications como características das RIAs. Ainda assim o artigo refere e bem a importância das RIAs para o negócio.</p>
<p>Coloco abaixo a entrevista original, que é mais específica e pormenorizada, podendo ser muito útil para elucidar algumas questões mais ligadas ao negócio que são feitas habitualmente por quem quer saber mais sobre o assunto. Curiosamente, estas são as questões que me são habitualmente feitas pelos clientes. Recordo que a entrevista não foi feita para publicação mas sim para ajudar o autor do artigo, pelo que poderão haver algumas &#8220;gralhas&#8221; de português.</p>
<p style="text-align: center;">
<h2 style="text-align: left;">A entrevista original</h2>
<p style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="color: #333333;"><span style="font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif;"><span style="font-size: small;"><strong>1- O que são as aplicações RIA?</strong></span></span></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">Rich Internet Applications são aplicações com um interface gráfico, funcionalidades e interacção semelhantes ao de uma aplicação desktop, tal como o Microsoft Word, mas que correm dentro do web-browser. Imagine que não precisaria de instalar o Microsoft Word, sendo que para o usar bastaria abrir um endereço no seu web-browser. O endereço <a class="EC_moz-txt-link-freetext" href="http://www.buzzword.com/" target="_blank">http://www.buzzword.com/</a> pode ser tomado como um exemplo de um processador de texto colaborativo no formato RIA.</p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="color: #333333;"><strong> </strong><span style="font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif;"><span style="font-size: small;"><strong>2- Porque surgiram estas aplicações?</strong></span></span></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">Este tipo de aplicações surgiu de uma evolução natural do software. Hoje em dia queremos aceder aos nossos dados e aplicações de qualquer local, dispositivo, e sistema operativo. Queremos simplicidade, não ter que passar pelo processo de instalação de software nem termos que nos preocupar com manutenção. Numa empresa, por exemplo, é penoso ter que instalar software em centenas ou milhares de computadores, dar manutenção, fazer actualizações, e por aí adiante &#8211; implica elevados custos, e demasiado tempo perdido. Daí as empresas hoje em dia terem convergido para o modelo de &#8220;Web-Application&#8221; &#8211; aplicações baseadas em html que correm remotamente sem terem que ser instaladas nos terminais. Infelizmente, as web-applications apesar de práticas possuem limitações a nível de interface gráfico e funcionalidades, sendo complicado imitar a interacção e objectividade do software desktop. As RIAs são no fundo o próximo passo: pegar no melhor das aplicações Web e das aplicações Desktop e juntar num único conceito.</p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small; font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif; color: #333333;"> </span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><strong><span style="color: black;"><span style="color: #333333;"><span style="font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif;"><span style="font-size: small;">3- Quais os seus objectivos principais?</span></span></span></span></strong></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">As RIAs objectivam o mesmo que qualquer outra solução de software: resolver problemas. O cliente tem um problema, e precisa de uma solução. Essa solução pode ser desenvolvida no modelo &#8220;Desktop Application&#8221;, no modelo &#8220;Web Application&#8221;, e agora no modelo &#8220;RIA&#8221;. Portanto a nível de requisitos funcionais, os objectivos são os mesmos: resolver os problemas de negócio.<br />
Porém, no que toca aos requisitos não funcionais &#8211; que se prendem com as características tecnológicas das aplicações &#8211; pretende-se com as RIAs disponibilizar software acessível de qualquer local e computador com ou sem restrições de segurança sendo dado especial destaque ao Interface Gráfico e interacção com o utilizador com vista a que o software seja o tão fácil de usar quanto possível. Regra geral é desdenhada a importância do interface gráfico e simplicidade de utilização, sendo esse um dos primeiros pontos que os clientes cortam no investimento &#8211; porém, surge a questão: de que serve software que funciona se ninguém o souber usar eficientemente?<br />
Outra característica comum nas RIAs é que facilitam a colaboração: é possível que várias pessoas trabalhem sobre os mesmos dados ao mesmo tempo. Este é por exemplo o principal ponto forte do Buzzword: permite que várias pessoas estejam a trabalhar sobre o mesmo documento, algo que actualmente com o Microsoft Word não é possível.</p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small; font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif; color: #333333;"> </span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="color: #333333;"><span style="font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif;"><span style="font-size: small;"><strong>4- Quem produz essas aplicações (empresas estrangeiras, portuguesas)? Há empresas a trabalhar exclusivamente nelas?</strong></span></span></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">Sobretudo empresas estrangeiras. Posso referir com convicção a Cynergy Systems (<a class="EC_moz-txt-link-freetext" href="http://www.cynergysystems.com/" target="_blank">http://www.cynergysystems.com/</a>), líder mundial na matéria, a Fantasy Interactive, mais dotada no lado criativo (<a class="EC_moz-txt-link-freetext" href="http://www.fantasy-interactive.com/" target="_blank">http://www.fantasy-interactive.com/</a>) e a EffectiveUI (<a class="EC_moz-txt-link-freetext" href="http://www.effectiveui.com/" target="_blank">http://www.effectiveui.com/</a>).<br />
Em Portugal o conceito ainda é recente, e só agora se começa a ver algum interesse &#8211; em parte, um pouco graças aos <a class="EC_moz-txt-link-abbreviated" href="../" target="_blank">www.riapt.org</a>. Sei que existem algumas consultoras interessadas em apostar na matéria devido a contactos regulares que tenho recebido com questões sobre as tecnologias de desenvolvimento, procurando por técnicos especializados, ou solicitando a minha disponibilidade para dar formação e prestar serviços.<br />
Enquanto estive em Madrid no Adobe onAir Tour &#8211; um evento sobre o assunto &#8211; conheci a Buzz-ID (<a class="EC_moz-txt-link-freetext" href="http://www.buzz-id.com/" target="_blank">http://www.buzz-id.com/</a>), uma PME portuguesa que começa a dar cartas interessantes nesta matéria. No meu caso pessoal, comecei em 2005 a reunir esforços para criar uma equipa especializada na matéria &#8211; a <a href="http://www.webfuel.pt">Webfuel</a>. Nestes dois anos estivemos essencialmente a reunir o know-how, a definir workflows e a preparar-mo-nos para o mercado. <span style="text-decoration: line-through;">Neste momento falta simplesmente o &#8220;clique&#8221; &#8211; os clientes e projectos certos &#8211; para o arranque definitivo.</span> (<em>Neste momento já demos o clique e já ninguém nos pára </em>)</p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small; font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif; color: #333333;"> </span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="color: #333333;"><span style="font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif;"><span style="font-size: small;"><strong>5- A quem se destinam estas aplicações?</strong></span></span></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">Estas aplicações são como quaisquer outras aplicações, portanto o destinatário é simplesmente qualquer utilizador de software que precise de uma ferramenta para o ajudar em algo. As RIAs podem portanto destinar-se ao end-user &#8211; que precisa por exemplo de ferramentas de manipulação de imagem, de processamento de texto, de agregração de informação, colaboração, etc &#8211; ou ao negócio em si &#8211; qualquer aplicação de business intelligence. Obviamente que os principais interessados serão aqueles que querem tirar partido do facto de não terem que instalar as aplicações podendo usá-las a partir de qualquer local e dispositivo mas sem se quererem limitar à típica &#8220;web application&#8221; baseada em HTML. Muitas empresas estrangeiras que trabalham com SAP começaram a desenvolver a camada de front-end das suas aplicações em tecnologias de desenvolvimento de RIAs &#8211; como o Adobe Flex -, integrando com os backends SAP existentes. A título de curiosidade, a SAP disponibiliza um livro exactamente sobre a integração com o Adobe Flex, e aborda os conceitos de RIA: <a class="EC_moz-txt-link-freetext" href="http://www.sappress.com/product.cfm?account=&amp;product=H1951" target="_blank">http://www.sappress.com/product.cfm?account=&amp;product=H1951</a></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small; font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif; color: #333333;"> </span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><strong><span style="color: black;"><span style="color: #333333;"><span style="font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif;"><span style="font-size: small;">6- Quanto custa a sua criação?</span></span></span></span></strong></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">Em termos de negócio, a diferença de uma RIA para outra aplicação reside sobretudo na camada de front-end. O investimento no backend é exactamente o mesmo, sendo que este simplesmente irá expôr os seus serviços tal como anteriormente na forma de Web-Services ou outra solução de comunicação (como o Flash Remoting). O investimento adicional é feito sobre a camada de front-end que implica colocar na equipa de desenvolvimento especialistas em design, interaction design, usabilidade e user experience. Porém, face ao custo total das aplicações habituais, o investimento adicional é ligeiro, facilmente suportável e perfeitamente justificado.</p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small; font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif; color: #333333;"><br />
</span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="color: #333333;"><span style="font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif;"><span style="font-size: small;"><strong>7- Qual o lucro/retorno que as empresas que criam estas aplicações obtêm ou esperam obter?</strong></span></span></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">O ROI não é sobretudo dirigido a quem desenvolve o software, mas a quem o usa. As empresas que criam estas aplicações não são diferentes das outras empresas de desenvolvimento de software. Simplesmente, investiram numa área de ponta, inseriram na sua equipa criativos e especialistas nas plataformas de RIAs, de forma a desenvolver software que resulta na satisfação do cliente pela sua simplicidade de adopção e utilização.<br />
Porém, empresas de desenvolvimento que criem as suas próprias aplicações genéricas podem usufruir de um novo modelo de negócio de distribuição de software denominado de &#8220;pay-per-use&#8221;. Ao invés de venderem um pacote que o cliente tem que comprar e instalar no seu computador, simplesmente disponibilizam a aplicação na Internet que pode ser usada através de um fee mensal, anual ou simplesmente pontual. (<em>Faltou referir o modelo de negócio <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Software_as_a_Service">Software as a Service</a></em>). A manutenção é feita simplesmente actualizando a aplicação no servidor central, sendo benéfico para quem desenvolve e para quem usa. Obtém-se um modelo de negócio mais fácil de gerir, e mais justo para ambas as partes. Uma vantagem que interessa realçar é que neste modelo não é possível piratear software. O que o utilizador compra é um acesso periódico à aplicação, pelo que a única hipótese para um pirata é roubar o acesso a outra pessoa.</p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">Em certos casos específicos, também se pode adoptar um modelo de negócio de revenue-sharing, em que a empresa que desenvolve recebe parte dos lucros que a empresa que utiliza gera através do produto de software.<br />
Outro modelo de negócio que não acho tão interessante, é a remuneração por publicidade, em que são colocados anúncios no meio da aplicação. Porém, é uma solução que a meu ver apenas se justifica em aplicações relacionadas com redes sociais online, e que para o negócio em si não faz sentido nenhum.</p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small; font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif; color: #333333;"> </span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="color: #333333;"><span style="font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif;"><span style="font-size: small;"><strong>8- Que género de aplicações vão ser reformuladas para o formato RIA?</strong></span></span></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">Quaisquer aplicações que não estejam dependentes das limitações da largura de banda actual, ou das restrições de segurança dos plugins das tecnologias em que se baseiam as RIAs. A título exemplificativo, podemos ir desde backoffices, CRMs, aplicações B2B, B2C às simples aplicações e ferramentas destinadas ao end-user, como processadores de texto, folhas de cálculo ou editores de imagem.</p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small; font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif; color: #333333;"> </span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="color: #333333;"><span style="font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif;"><span style="font-size: small;"><strong>9- Quais as vantagens/desvantagens deste tipo de aplicações para as empresas clientes?</strong></span></span></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">O custo de instalação de software desktop em centenas ou milhares de computadores é alto. No caso das aplicações empresariais, temos uma redução drástica no custo de deployment, na medida em que basta colocar a aplicação num servidor HTTP, e a partir daí milhares de terminais ficam com a aplicação disponível através do web-browser.  Além de que, ao se eliminar o passo do deployment, também se obtém um time-to-market muito menor, diminuindo o gap desde o momento em que se fechou o desenvolvimento até ao momento de início da sua utilização em ambiente de produção.<br />
Na manutenção consegue-se novamente obter uma redução drástica de custos, visto que basta dar manutenção a um único ponto: o servidor HTTP onde é disponibilizada a aplicação. Ao actualizar essa aplicação, actualiza todos os clientes &#8220;em simultâneo&#8221;.</p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">Quanto à sua utilização, o facto de regra geral serem dotadas de melhores interfaces gráficos resulta numa maior produtividade por parte dos seus utilizadores que se sentem mais confortáveis com a aplicação. Outra ponto que interessa realçar é que as RIAs são muito mais eficientes que as típicas web-applications no que toca à troca de informação com o servidor, obtendo-se tempos de espera muito menores.</p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">Imaginemos por exemplo uma aplicação de B2B de gestão de stocks e encomendas. Um distribuidor pretende que os retalhistas com quem trabalha possam usar uma aplicação do distribuidor para fazer reposição de stocks. Se essa aplicação for uma RIA o distribuidor terá somente que entregar ao retalhista o URL da aplicação, com as respectivas credenciais de acesso. O retalhista simplesmente terá que utilizar o seu web-browser para abrir a aplicação, fazer o login, e utilizá-la. Isto é algo que acontece actualmente com as aplicações web, mas no caso das RIAs o retalhista irá usar algo que é realmente uma aplicação, com um interface gráfico e interacção em tudo idênticos ao software desktop, e não um conjunto de páginas HTML que se assemelham a uma aplicação.</p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small; font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif; color: #333333;"> </span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="color: #333333;"><span style="font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif;"><span style="font-size: small;"><strong>10- Como é feito o controlo de acesso e a segurança às redes RIA?</strong></span></span></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">Os sistemas de controlo de acessos e a segurança são em tudo idênticas às actuais aplicações Web. Os paradigmas e preocupações são exactamente os mesmos, pelo que não há alteração nem no investimento nem no know-how necessário. Qualquer aplicação distribuída, seja ela desktop, web, ou ria, que troque dados num canal deverá garantir que esse canal é seguro através de algumas técnicas habituais &#8211; como o https.</p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small; font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif; color: #333333;"> </span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="color: #333333;"><span style="font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif;"><span style="font-size: small;"><strong>11- Não há riscos acrescidos de pirataria informática e uma espécie de terrorismo financeiro (caso haja bases de dados financeiras disponíveis na rede)?</strong></span></span></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">Não mais que o risco actualmente existente quando utiliza um sistema de home-banking, como o CaixaDirecta. Porém, é natural que com a proliferação das aplicações RIAs surjam empresas com lacunas a nível de desenvolvimento e segurança e seja complicado para o utilizador distinguir se deve confiar nessa empresa/aplicação ou não. Mas como sabe que pode confiar no seu sistema de home-banking?  Os riscos dependem sobretudo da seriedade e experiência da equipa de desenvolvimento, e do investimento que foi feito em segurança.</p>
<p style="text-align: left;">No caso de aplicações críticas, estas podem e devem ser colocadas a correr em ambientes controlados, em que a aplicação está acessível somente dentro da rede da empresa. O acesso externo poderá ser concedido em condições especiais, como por exemplo, VPN&#8217;s, ou a partes limitadas do sistema consoante as credenciais do utilizador.</p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small; font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif; color: #333333;"> </span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><strong><span style="color: black;"><span style="color: #333333;"><span style="font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif;"><span style="font-size: small;">12- Como irá funcionar a utilização destas aplicações? </span></span></span></span></strong></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small; font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif; color: #333333;"><br />
</span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">Simples: abre o seu browser, que regra geral vem equipado com um plugin como o Adobe Flash Player ou Microsoft Silverlight e coloca o endereço da aplicação. Por vezes pode ser necessário fazer um login, mas a partir daí a utilização da aplicação será em tudo idêntica à utilização do seu software habitual. Existem algumas pequenas limitações nos plugins que raramente se notam, mas independentemente disso estou convicto que até ao final deste ano até essas limitações estarão completamente ultrapassadas. (<em>Falava do <a href="http://labs.adobe.com/technologies/flashplayer10/">Flash Player 10</a></em>)</p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="color: #333333;"><span style="font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif;"><span style="font-size: small;"><strong>13- É sabido que algumas das aplicações são open-source e outras são pagas. Como são definidas as que terão custos e o que as tornam pagas?</strong></span></span></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">Cabe a quem desenvolve tomar essa decisão. Tem exclusivamente a ver com o modelo de negócio escolhido, e com as vantagens e desvantagens dos modelos de licenciamento de software aberto ou fechado. Há casos em que o software open-source é completamente justificado. Por exemplo, a empresa decide disponibilizar gratuitamente o código fonte sendo as receitas geradas pelo suporte e formação. Ou ainda, porque desenvolveu um produto para optimizar o seu negócio (i.e. as receitas são resultantes do negócio e não da venda do software), e acha que se disponibilizar o código fonte do seu produto este irá melhorar com o tempo graças à participação de outras pessoas, resultando consequentemente numa mais valia para o seu negócio que se torna mais eficiente à medida que o software é melhorado.</p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">Porém, está é uma questão que não é inerente às RIAs, mas a qualquer tipo de software.</p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small; font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif; color: #333333;"> </span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="color: #333333;"><span style="font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif;"><span style="font-size: small;"><strong>14- O que se espera do mercado das aplicações desktop? Vai entrar em falência?</strong></span></span></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">Não acredito. Simplesmente vai ter que se adaptar a uma nova realidade, em que o destaque está nos dados e não na aplicação, e aprender a co-existir com as Rich Internet Applications. Começa a surgir um novo conceito, o de Rich Desktop Application. Uma Rich Desktop Application (RDA) consiste numa aplicação que é instalada no nosso computador, mas que regra geral é composta essencialmente por um interface gráfico. Os dados e a camada de negócio encontram-se num servidor remoto. E porque queremos instalar uma RDA no nosso computador, se podemos usar uma RIA? Porque podemos não estar sempre ligados à Internet, e não queremos deixar de usar as nossas aplicações quando a ligação está indisponível -  neste caso, quando a ligação é reposta, os dados são sincronizados com o servidor. Ou simplesmente porque as RDAs não estão limitadas pelas restrições de segurança das sandboxes dos plugins sobre as quais assentam as RIAs, permitindo uma maior integração com o sistema operativo.</p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">Como disse atrás, o destaque hoje em dia está nos dados e não na aplicação em si. O que o utilizador quer é ubiquidade: manipular os seus dados a partir de qualquer local, independentemente do sistema operativo, dispositivo, ou meio de acesso. O que é criado pelas equipas de desenvolvimento são diferentes terminais: Desktop, Web, RIA, ou mesmo aplicações móveis, mas todos eles acedem e manipulam os mesmos dados. Tecnologias de desenvolvimento de RIAs como o Adobe Flex permitem facilmente criar uma RIA, e depois reutilizar o código para criar uma RDA (neste caso, assente sobre Adobe Air).</p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="font-size: small; font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif; color: #333333;"> </span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="color: black;"><span style="color: #333333;"><span style="font-family: Tahoma,Helvetica,Sans-Serif;"><span style="font-size: small;"><strong>15- Existem problemas de compatibilidade entre máquinas e sistemas informáticos (ex: PC e MAC)?</strong></span></span></span></span></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="EC_MsoNormal" style="text-align: left;">A compatibilidade de acesso a uma RIA é definida pelo suporte do plugin sobre o qual a RIA assente nos diferentes sistemas operativos.<br />
O Flash Player, por exemplo, é actualmente suportado em Windows (XP, Vista, 2003, 2000, ME e 98), Linux, Macintosh e Solaris, com uma penetração na ordem dos 95% (<a class="EC_moz-txt-link-freetext" href="http://www.adobe.com/products/player_census/flashplayer/version_penetration.html" target="_blank">http://www.adobe.com/products/player_census/flashplayer/version_penetration.html</a>) . A versão Lite do Flash Player pode ainda correr em dispositivos móveis, mas implica a criação de source code específico para essa versão.<br />
O Microsoft Silverlight é actualmente suportado em Windows (Vista,2003, XP) e Mac OS. Está a ser desenvolvido suporte para Linux, e para dispositivos móveis com Windows Mobile 6 e Symbian S60.<br />
A Adobe possui ainda uma tecnologia denominada Adobe Air que permite transformar uma RIA numa RDA dando-lhe funcionalidades adicionais de integração com o sistema operativo. O Adobe Air é compatível de forma idêntica em todos os sistemas operativos, tal como o Flash Player.</p>
<p style="text-align: left;">Em resumo, uma das vantagens das RIAs é efectivamente o facto de que não está dependente do sistema operativo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>AS3 &#8211; Ciclo de criação de um componente</title>
		<link>http://www.riapt.org/2008/06/17/276/</link>
		<comments>http://www.riapt.org/2008/06/17/276/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 19:37:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MarioSantos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adobe Air]]></category>
		<category><![CDATA[Exemplos]]></category>
		<category><![CDATA[Flex]]></category>
		<category><![CDATA[RIAPT]]></category>
		<category><![CDATA[Action Script]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao percorrer a documentação da Adobe, reparei num resumo bastante interessante que fala do ciclo de execução/criação de cada componente da nossa aplicação. É incrível como cada simples botão ao ser adicionado a um container tem uma dezena de procedimentos até que seja disparado o evento creationComplete. Para quem já criou/estendeu um componente via ActionScript [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao percorrer a documentação da Adobe, reparei num resumo bastante interessante que fala do ciclo de execução/criação de cada componente da nossa aplicação. É incrível como cada simples botão ao ser adicionado a um container tem uma dezena de procedimentos até que seja disparado o evento creationComplete. Para quem já criou/estendeu um componente via ActionScript sabe bem do que falo, mas aqui vai a explicação.</p>
<p>Vou falar apenas do processo que acontece por detrás de um adicionar um botão como child a um container (Box) com o simples código:</p>
<div>
<div style="none"><span style="#008000;">// Criar uma box, um botão, definir o label e adicionar como child</span></div>
<div style="none"><strong>var boxContainer:Box = <span style="#0000ff;">new</span> Box();</strong></div>
<div style="none"><strong>var b:Button = <span style="#0000ff;">new</span> Button()</strong></div>
<div style="none"><strong>b.label = <span style="#006080;">&#8220;Enviar&#8221;</span>;</strong></div>
<div style="none"><strong>boxContainer.addChild(b);</strong></div>
</div>
<p><span style="underline;"><span style="#ff0000;">O Flex, procederá da seguinte forma:</span></span></p>
<p><strong><span style="#ff8000;">1. É chamado o componente construtor (new Box e depois new Button)</span></strong></p>
<p><strong><span style="#ff8000;">2.</span> <span style="#ff8000;">Chamado o setter (b.label=) e actualizado todo o componente</span></strong> ( muitas das vezes são chamados métodos de actualização para definirem todo o layout: invalidateProperties(), invalidateSize(), ou invalidateDisplayList() )</p>
<p><strong><span style="#ff8000;">3.</span></strong> <strong><span style="#ff8000;">Adiciona como child (filho) do box.</span></strong> Aqui o Flex faz a maior parte do trabalho, executando-se a  seguinte ordem:</p>
<p><strong><span style="#ff8000;">4.</span></strong> <strong><span style="#ff8000;">Define a propriedade parent do componente</span></strong> para fazer referencia ao seu &#8220;container&#8221;.</p>
<p><strong><span style="#ff8000;">5.</span> <span style="#ff8000;">Calcula e define o estilo/&#8221;style&#8221; de todo o componente.</span></strong></p>
<p><strong><span style="#ff8000;">6.</span> <span style="#ff8000;">Dispara o evento preinitialize do componente.</span></strong></p>
<p><strong><span style="#ff8000;">7.</span> <span style="#ff8000;">Chama o método createChildren() do componente.</span></strong></p>
<p><strong><span style="#ff8000;">8.</span> <span style="#ff8000;">Chama os métodos invalidateProperties(), invalidateSize(),  e invalidateDisplayList()</span></strong> para obrigar a serem disparadas/chamadas os métodos commitProperties(), measure(), ou updateDisplayList() no próximo evento render. A única excepção a estes acontecimentos, é que o flex não chama o método measure()  quando o &#8220;user/programador&#8221; define a altura e largura do componente.</p>
<p><strong><span style="#ff8000;">9.</span> <span style="#ff8000;">Dispara o evento initialize no componente.</span></strong> Nesta altura todos os childs (childrens) no componente são inicializados, mas o componente ainda não foi correctamente definido no seu tamanho, nem processado o seu layout. Este evento pode ser usado para definir /executar procedimentos extra no componente antes que seja completamente processado.</p>
<p><strong><span style="#ff8000;">10. Dispara o evento childAdd no componente &#8220;pai&#8221; / &#8220;parent&#8221;.</span></strong></p>
<p><strong><span style="#ff8000;">11.</span> <span style="#ff8000;">Dispara o evento initialize do seu componente &#8220;pai&#8221; / &#8220;parent&#8221;.</span></strong></p>
<p><strong><span style="#ff8000;">12. Durante o próximo evento render o flex faz as seguinte acções:</span></strong></p>
<ul>
<li><strong><span style="#ff8000;"> Chama o métodos pela seguinte ordem:</span></strong></li>
</ul>
<ol>
<li>commitProperties();</li>
<li>measure();</li>
<li>layoutChrome();</li>
<li>updateDisplayList();</li>
</ol>
<ul>
<li><strong><span style="#ff8000;">Finalmente é disparado o evento updateComplete no componente.</span></strong></li>
</ul>
<p><strong><span style="#ff8000;">13.</span> <span style="#ff8000;">O Flex, depois deste processo ainda poderá disparar eventos de renderização ( render )</span></strong><span style="#ff8000;"> </span>se os métodos commitProperties(), measure(), ou updateDisplayList() forem executados/chamados através dos métodos invalidateProperties(), invalidateSize(), ou invalidateDisplayList().</p>
<p><strong><span style="#ff8000;">14.</span> <span style="#ff8000;">Depois do ultimo evento render ser chamado, o flex executa as seguintes acções:</span></strong></p>
<ul>
<li>Coloca o componente visível ( .visible=true; ).</li>
<li>Dispara o evento creationComplete no componente. O componente é dimensionado e processado para o layout. Este evento é apenas disparado uma única vez e só quando o componente é criado.</li>
<li><span style="#ff8000;">Dispara o evento updateComplete no componente, este evento também é disparado quando são alteradas quaisquer definições do componente, como layout, posição, tamanho ou qualquer alteração das características visuais.</span></li>
</ul>
<p>A maior parte do trabalho de configuração, definição, e renderização de um componente acontece que este é adicionado a um container ( método addChild() ), isto porque enquanto o componente não for adicionado a um container, o Flex não consegue saber o seu tamanho, definir as propriedade &#8220;in-line&#8221;/&#8221;inheriting&#8221; ou desenha-lo no ecrã.</p>
<p>Perceber estes passos é essencial para conhecer  as propriedades e as operações que são executadas aquando da criação de um componente. Ajuda-nos também a perceber melhor porque é que às vezes temos certos erros no nosso código bem como a entender o processo de criação de um componente, o que se torna muito útil para criarmos o nosso próprio componente.</p>
<p>Artigo original <a title="Adobe Live Docs" href="http://livedocs.adobe.com/flex/3/html/help.html?content=ascomponents_advanced_2.html#203434" target="_blank">aqui</a> (EN)</p>
<p>Este artigo está disponivel em <a href="http://msdevstudio.com/blog/download-manager.php?id=13">pdf</a> para download. (link externo &#8211; <a href="http://www.msdevstudio.com">www.msdevstudio.com</a>)</p>
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